
A tradição que virou profissão.
Todo Natal a família pedalava junto até o Cristo Redentor. Ali nasceu a paixão.









Porque no final das contas é a jornada que importa, e não a linha de chegada.











ANA VITÓRIA,
mas me chamem de TOTA.
Antes das medalhas e das estradas existe uma menina que sonhou.

Todo Natal a família pedalava junto até o Cristo Redentor. Ali nasceu a paixão.

Aos 14 anos, veio a encruzilhada: uma bolsa de estudos nos Estados Unidos com futuro no futebol, ou ficar no Rio e seguir pedalando. A resposta veio no coração. Escolheu a bicicleta e nunca olhou para trás.

Em 2020, quando tudo fechou, o rolo de treino virou seu mundo. Sozinha, entre quatro paredes, encontrou uma força que não sabia que tinha. A pandemia tirou as estradas, mas não tirou o sonho.

Estagiária na equipe espanhola Soltec.

A trajetória de Tota na Europa marca sua consolidação no ciclismo internacional. A presença nas grandes voltas, clássicas e Monumentos, somada ao papel de apoio a líderes da Movistar, mostra sua evolução e a confiança conquistada no pelotão. Os dias defendendo a Maglia Rosa e o Maillot Jaune são provas concretas desse crescimento.

Ser gregária e capitã de estrada é assumir um dos papéis mais importantes e menos reconhecidos do ciclismo profissional. É colocar a estratégia e o trabalho em equipe acima das conquistas individuais, proteger as líderes e tomar decisões fundamentais ao longo das provas. Um trabalho que exige inteligência, resistência e espírito de liderança, mesmo quando o protagonismo está em outra atleta.

“A estrada me ensinou que é preciso ter paciência.”

Resultado nenhum se constrói da noite para o dia. Aprenda a aproveitar a rotina, não só a parte boa como também as difíceis. O propósito alimenta a persistência.

História feita pela Movistar Team nas estradas da França em 2025.

Representação do Brasil no ciclismo de estrada nos Jogos Olímpicos de Paris.

Liderança da classificação de montanha no Giro d’Italia.

Um título que emocionou e colocou seu nome entre as melhores do ciclismo brasileiro.

Representou o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, com foco em alta performance, conquistando o 4º lugar.